Enquanto somos distraídos com CPIs e escândalos de congressistas, estes votam, "silenciosamente", assuntos que dizem respeito aos nossos interesses...vejam essa:
O fim do 13º foi aprovado na Câmara (PFL, PMDB, PPB, PPS, PSDB )
Para conhecimento, já foi aprovado na Câmara para alteração do art. 618 da CLT.. e encaminhado para o Senado.
Certamente para aprovação do Senado após as próximas eleições, é claro....
A maioria dos deputados federais que estão, neste momento, tentando aprovar no Senado o fim do 13º, da Licença Maternidade e Férias são do PFL e PSDB.
A maioria dos deputados federais que estão, neste momento, tentando aprovar no Senado o fim do 13º, da Licença Maternidade e Férias são do PFL e PSDB.
Nâo há brasileiro que afirme ter ouvido falar sobre corte nas vergonhosas mordomias e ajudas que estes mesmos deputados conquistam com nosso voto obrigatório.
Nesta lista, consta os que votaram a favor deste vergonhoso Projeto.
Nesta lista, consta os que votaram a favor deste vergonhoso Projeto.
Há, entre estes, os que estarão pleiteando a permanência nesta tão próxima eleição...
ACORDA BRASIL!!!!
1- INOCÊNCIO OLIVEIRA-PFL
2- JOEL DE HOLLANDA - PFL
3 - JOSÉ MENDONÇA BEZERRA-PFL
4- OSVALDO COELHO - PFL
5- ARMANDO MONTEIRO-PMDB
6- SALATIEL CARVALHO-PMDB
7- PEDRO CORRÊA - PPB
8- RICARDO FIÚZA-PPB
9 -SEVERINO CAVALCANTE - PPB
10- CLEMENTINO COELHO - PPS
11- CARLOS BATATA-PSDB
12- JOÃO COLAÇO - PSDB
13- JOSÉ MÚCIO MONTEIRO-PSDB
SE PUDESSE, RASGARIA MEU TÍTULO E VOCÊ??
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31/03/2010 - 15:18:07
Redução da jornada no Brasil beneficiaria mais de 18 milhões de trabalhadores
OITEm todo o mundo, cerca de 22% da força de trabalho, ou 614,2 milhões de trabalhadores, aproximadamente, trabalham mais de 48 horas semanais. Esta é uma das principais revelações do livro Duração do trabalho em todo o mundo: Tendências de jornadas de trabalho, legislação e políticas numa perspectiva global comparada, cuja tradução em português está sendo lançado pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) em debate na Universidade de Brasília na quinta-feira passada (25/3).
De acordo com o livro, de autoria dos especialistas da OIT Sangheon Lee, Deirdre McCann e Jon Messenger, durante as últimas cinco décadas, apesar das substanciais diferenças regionais e do processo desigual para reduzir as horas da semana legal de trabalho, houve uma mudança global para um limite de 40 horas. Jon Messenger está no Brasil para o lançamento do livro.
Outra constatação: o gênero e a idade parcem ser fatores importantes para determinar a duração do trabalho. Apesar do aumento da participação da mulher no trabalho remunerado, existe uma clara “brecha de gênero” em relação às jornadas de trabalho no mundo inteiro. Os homens tendem a executar jornadas mais longas, enquanto que as mais curtas são geralmente desempenhadas por mulheres. O tempo que a mulher dedica à família e às responsabilidades domésticas restringe sua disponibilidade para o trabalho remunerado.
A idade é um fator menos influente, mas deixa de ser importante para determinar as horas trabalhadas. Os jovens e as pessoas em idade de aposentar-se trabalham menos horas e isto reflete, com frequência, as insuficientes oportunidades de trabalho para os grupos mencionados. As jornadas de trabalho para o grupo de idade mais avançada (65 anos ou mais) são substancialmente reduzidas.
Em todas as regiões do mundo em desenvolvimento, o trabalho informal responde por pelo menos metade da ocupação, do qual 60% consiste em um trabalho por conta própria. Enquanto nos países industrializados uma grande parte dos trabalhadores por conta própria trabalha jornadas muito prolongadas, nos países em desenvolvimento as jornadas são mais curtas (menos de 35 horas por semana).
A jornada de trabalho é uma dimensão importante na qualidade de emprego, tendo repercussões importantes na segurança e saúde do trabalhador, na combinação entre a vida pessoal e familiar e também na organização do trabalho dentro da empresa.
A OIT propõe que os acordos de tempo de trabalho decente devem satisfazer cinco critérios inter-relacionados: devem favorecer a saúde e a segurança no trabalho, ser compatíveis com a vida famíliar, promover a igualdade de gênero, reforçar a produtividade, e facilitar a escolha e influência do trabalhador no seu total de horas de trabalho.
Dados sobre o Brasil
Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) do IBGE, em 2008 a população ocupada de 16 anos ou mais de idade trabalhou uma jornada média semanal de 40,8 horas. Apesar da média ser mais reduzida que o limite fixado na lei, houve um contingente expressivo de ocupados cujas jornadas semanais superavam este limite. Outros dados sobre o Brasil:
- Em 2008, 33,7% trabalhavam uma jornada superior às 44 horas semanais e 19,1% trabalharam uma jornada superior a 48 horas, enquanto 23,1% trabalhavam menos de 35 horas por semana.
- Existem diferenças entre as jornadas dos homens e das mulheres. A média de horas trabalhadas por semana pelos homens era de 44 horas, quase oito a mais do que a jornada das mulheres, de 36,4 horas. Além disso, a carga excessiva afeta mais os homens do que as mulheres. Em 2008, 24,7% das mulheres e 40,5% dos homens trabalhavam mais de 44 horas semanais.
- Apesar da jornada reduzida das mulheres, no conjunto das mulheres brasileiras ocupadas, uma expressiva proporção de 87,8% também realizava afazeres domésticos, enquanto que entre os homens tal proporção expressivamente inferior (46,5%).
- A média de horas dedicadas aos afazeres domésticos foi de 18,3 pelas mulheres e de 4,3 pelos homens ocupados, ou seja, 14 horas a menos.
- Entre 1992 e 2008 houve uma redução da média de horas trabalhadas por semana de 42,8 horas para 40,9 horas. A redução mais significativa foi entre a população ocupada com jornada de trabalho semanal acima de 44 horas, de 43,3% em 1992 para 33,9% em 2008.
- A categoria ocupacional que será diretamente afetada por uma eventual redução da jornada legal de trabalho para 40 horas semanais são os empregados do setor privado com carteira de trabalho assinada. Eles compõem 33,2% das pessoas ocupadas no país, ou seja, 31,9 milhões de trabalhadores e trabalhadoras. Dentro desse grupo, 58,6% trabalhavam mais de 40 horas semanais em 2008 enquanto 41,4% trabalhavam 40 horas ou menos por semana. Portanto, a redução da jornada às 40 horas semanais afetaria diretamente um contingente de 18,7 milhões de trabalhadores brasileiros.
Veja o resumo executivo
Veja dados sobre o Brasil
Veja a apresentação de Jon Messenger
Veja um resumo da biografia de Jon Messenger
Leia também: FIESP Redução da jornada de trabalho não será boa para o Brasil http://mercadoetico.terra.com.br/salas-tematicas/etica-e-trabalho/
(OIT)
Um dia acordamos e aprendemos
A sutil diferença, entre dar a mão e acorrentar uma alma. Aprendemos que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança.
Aí começamos a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas.
E começanos a aceitar nossas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça
de um adulto e não com a tristeza de uma criança.
Aprendemos a construir todas as nossas estradas no hoje, porque o terreno do
amanhã é incerto demais para planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.
Depois de um tempo aprendenos que o sol queima se ficarmos expostos nele por muito tempo.
E aprendemos que não importa o quanto nos importamos, algumas pessoas simplesmente não se importam...
Aceitamos que não importa quão boa seja uma pessoa, ela mos ferirá de vez em quando e
precisaremos perdoá-la, por isso...
Aprendemos que falar, desabafar pode aliviar nossas dores emocionais...
Descobrimos que se levam anos para se construir confiança e apenas segundos para destrui-la e que podemos fazer coisas em fração de segundos, das quais nos arrependeremos pelo resto de nossas vidas...
Aprendemos que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo à longas distâncias...
Que o que importa não é o que temos na vida, mas quem somos na vida...
E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher.
Aprendemos que não temos que mudar de amigos... se aceitarmos as mudanças que ocorrem em nossos amigos, perceberemos que podemos fazer qualquer coisa, ou nada e mesmo assim, teremos bons e/ou maus momentos juntos.
Descobrimos que as pessoas com quem nos importampa na vida são tomadas da gente muito depressa, por isso sempre ao deixá-las, devemos fazê-lo sempre com palavras amorosas, pode ser a última vez que as veremos...
Aprendemos que as circunstâncias e os ambientes podem trazer influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos e temos sempre o poder da decisão e uma consciência a nos aconselhar...
Começamos aprender que não se deve comparmo-nos com os outros, mas com o melhor que podemos ser...
Descobrimos que se leva muito tempo para nos tornar na pessoa que queremos ser, que o tempo é curto...
Aprendemos que não importa onde já chegamos, mas para onde estamos indo... se não sabenos para onde estamos indo, quando chegarmos neste "qualquer lugar", não esperemos que este seja um lugar agradável....
Aprendemos que, ou controlamos nossos atos ou eles nos controlarão, e que sermos flexíveis não significa que somos fracos ou que não temos personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existirão dois lados...
Aprendemos que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfreram as conseqüências.
Aprendemos que paciência requer muita prática...por isso sempre nos serão colocadas. à nossa frente, ocasiões pra exercitar a paciência.
Descobrimos daquele que esperamos um chute por termos caído, conquistará nossa adimiração por ter sido um dos únicos a nos ajudar a levantar...
Aprendemos que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiências e aprendizado que tivemos do que com quantos aniversários ja celebramos...
Aprendemos que há mais dos nossos pais em nos do que supunhamos...
Aprendemos que nunca se deve dizer à uma criança que sonhos são bobagens, poucas coisas são tão humilhantes e esta criança poderá trazer problemas, caso venha a acreditar em tal mentira.
Aprendemos que quando estamos com raiva, temos o direito de sentir raiva, mas isso não nos dá o direito de sermos cruéis.
Descobrimos que só porque alguém não nos ama do jeito que queremos que ame, significa que esse alguém não nos ama, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar isso.
Aprendemos que nem sempre será suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes, teremos que perdoar a nós mesmos...
Aprendemos que com a mesma severidade com que julgamos, seremos, em algum momento, julgados e muito provavelmente, condenados.
Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte.
Aprendemos que o tempo não é algo que possa voltar para trás.
Portanto, plantemos nosso jardim decoramdo nossa alma, ao invés de esperar que alguém nos traga flores...
E aprendemos que realmente podemos suportar... que realmente somos fortes, e que podemos ir mais além ao invés de aceitarmos que não podemos ou conseguiremos chegar...
E que realmente a vida tem valor e que temos muito valor diante da vida!
Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o bem que poderíamos conquistar, se não fosse o medo de tentar.
(Veronica A. Shoffstall)

